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E-Book Espiral Dinâmica - Desenvolvimento Humano e Transformações Pessoais

Espiral dinâmica integra tecnologia, negócios, sistemas e dinâmicas humanas dentro de um processo integrado, num mundo em que muitas pessoas ainda focalizam mais em “partes”.

R$24,90

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Descrição

"A humanidade está em constante movimento e nós somos moldados pelo código da espiral, e podemos mudar nossa própria psicologia."

e-book Dinâmica da Espiral: Desenvolvimento Humano e Transformações Pessoais – André Percia | formato pdf | 80 páginas

IDEAL PARA: PSICÓLOGOS, COACHES, TERAPEUTAS, HIPNOTERAPEUTAS, COMUNICADORES, PROFESSORES, GESTORES, LÍDERES, INFLUENCIADORES.

De acordo com Ronnie Lessen no prefácio de “Spiral Dynamics in Action: Human Master Code”(2018), “Espiral Dinâmica é, discutivelmente, o primeiro sistema conceitual e forma de pensar, de ordem maior, com características sistêmicas e complexo relacionado ao “quadro geral das coisas”. Com uma perspectiva holística atualmente em voga na realidade e presente no pensamento de lideranças executivas, com mecanismos que abarcam o macro e o micro simultaneamente. Podemos conectar acionistas, culturas, subculturas e outros interesses dentro de um organismo elegantemente concebido.

Espiral dinâmica integra tecnologia, negócios, sistemas e dinâmicas humanas dentro de um processo integrado, num mundo em que muitas pessoas ainda focalizam mais em “partes”.

Para Don Beck (2018), vivemos atualmente num mundo complexo, peculiar e perigoso, pois nem todos vemos o mundo através das mesmas lentes.

Para o estudioso, quando desafios se apresentam e não conseguimos resolver através de nosso estado de ser presentes, fazemos um salto para um novo sistema novo, de ordem maior em termos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais. O velho sistema não vai embora, mas permanece como parte de nós, acessível quando precisamos. Temos uma mente clara e dinâmica a qual se recalibra em resposta as condições de vida, e o faz de forma rápida. Para Beck, “Enquanto genes humanos tem um doce tempo para produzir mudanças, códigos na espiral evolucionária podem “pipocar” de um dia para o outro”.

Depois da segunda guerra mundial, quando foi dispensado do serviço militar por possuir pés chatos, o Dr. Clarence Graves ensinava psicologia e via-se numa “confusão” de modelos psicológico enquanto seus alunos eventualmente perguntavam qual era o mais preciso e pediam a ele que lhes dissesse qual deles era o “certo”.


Para ele, a humanidade está em constante movimento e nós somos moldados pelo código da espiral, e podemos mudar nossa própria psicologia.

Para Don Beck(2018), como teórico do desenvolvimento, Clare Graves estava interessado pelas formas através das quais diferentes pessoas concebiam maturidade e porque alguns, mas não outros conseguiam navegar e emergir de fases caóticas da existência humana.

Em 1952 ele iniciou uma pesquisa que durou mais de 30 anos questionando-se o que seria um “adulto psicologicamente saudável”. Os participantes participaram sem saber, eram alunos do Union College em Schenectaddy, NY. A cada início de semestre seus alunos deveriam escrever um trabalho ou ensaio sobre “o que é ser um adulto psicologicamente normal” o qual deveria ser entregue depois de alguns meses. Eles eram orientados a não lerem nada sobre psicologia. A avaliação dos resultados era feita pelo Dr. Graves e por Juízes independentes como se faz em muitas pesquisas desta natureza.

Inicialmente, chegou-se a dois grupos de “personalidades adultas saudáveis”:

  • Pessoas que se disponibilizam a sacrificar-se pelo bem geral.
  • Pessoas que conseguem se auto expressar para outras pessoas.

Inicialmente detectou dois sistemas de auto sacrifício e dois de auto expressão. Usou testes psicológicos consagrados como o MMPI, as escalas “Open-mindedness and close-mindedness” e a “dogmatist scale” e desenvolveu uma pesquisa psicológica de medidas profundas (Beck,2018), o que permitiu que identificasse seis sistemas.

Havia ênfase no “Eu” no primeiro grupo e no “Nós” no segundo. Independente do grupo ao qual pertenciam, essas características não as impediam de se adequarem à vida. Dessas observações surgiram os primeiros grupos os quais mais tarde foram associados às cores específicas por Don Beck e Chris Cowan. Don Beack explica num audiobook mais recente que a ideia das cores surgiu no trabalho que faz na África, pois desejava falar de diferenças sem que essas tivessem relação com a cor da pele, o que já havia causado muitos conflitos.

Cada um desses grupos se subdividia.
Do grupo 1 (Sacrificar-se pelo bem geral) havia:

  • 1.A – Os dispostos a sacrificarem-se para obterem uma recompensa a longo prazo, mesmo que depois que estivessem mortos. AZUL.
  • 1.B – Os dispostos a se sacrificarem para obterem uma recompensa de curto prazo (incluindo aceitação do grupo). VERDE.

O grupo capaz de se auto expressar subdividia-se nos:

  • 2.A – Indivíduos que se auto expressavam de forma calculada, mesmo que causando prejuízo em outros se necessário. LARANJA.
  • 2.B – Indivíduos que se auto expressavam sem prejudicar outros. AMARELO.


Quando se considerava a questão “autoridade”, 1.A (AZUL) reconhecia autoridade como algo hierarquicamente superior ao passo que para 1.B (VERDE) Autoridade poderia estar presente em pessoas do mesmo nível.

Dr. Graves passou a começar a prever a mudança de um subgrupo para o outro o que revela uma evolução: Do Azul para o Laranja, deste para o Verde e deste para o Amarelo. Em 1959 Dr. Graves percebeu que o Amarelo mudava, e começou a contrastar com muitos pensadores desenvolvendo a noção de não existir tal coisa como um “ponto de chegada” no desenvolvimento mental humano. Não existe “maturidade psicológica” final. Surgiu o grupo TURQUESA, depois do amarelo. E Hoje já se fala em CORAL, depois do turquesa.

Considerando outros parâmetros como dogmatismo, autoritarismo, rigidez, criatividade e complexidade de pensamento, por exemplo e usando testes de personalidade como o “Wechsler Adult Intelligence Scale” e outros.

Graves começou a notar que Amarelos eram muito diferentes, sendo capazes de encontrar mais soluções e com muito mais qualidade e que as mudanças de um subgrupo para outro aconteciam mediante ao que ele chamou de CONDIÇÕES DE VIDA.

40% dos trabalhos ainda não haviam sido classificados, e Dr. Graves concluiu que havia mais um subgrupo dos capazes de se auto expressar (VERMELHOS) e que o AZUL emergia deste subgrupo que era o “EU EXPRESSIVO, IMPULSIVO A QUALQUER CUSTO”. Mais estudos foram feitos considerando-se fatores históricos, filosóficos e antropológi- cos o que o fez chegar a NOVE SUBGRUPOS, onde novos como BEGE e ROXO puderam ser identificados.

Dr. Graves chamou seu modelo de Modelo Emergente Cíclico de Hélice Dupla do Desenvolvimento de Sistemas Biopsicossociais Adultos chamado hoje de ESPIRAL DINÂMICA.

Don Beck comparou o pensamento Gravesiano com 42 outros sistemas os quais descreviam comportamento… E concluiu que o Modelo de Graves é muito mais sistêmico e integral do que tentativas anteriores para descrever a natureza humana. Importante observar a “Dança” que possibilita a emergência de humanos e sociedades.

André Percia une a sabedoria de vários especialistas em pesquisas, terapia, coaching, educação e organizações para traçar um panorama amplo sobre como as pessoas desenvolvem padrões os quais influenciam em suas vidas, relações pessoais e de trabalhos. Uma das pesquisas mais abrangentes e robustas com dados científicos de sustentação.

Aprenda de forma eficaz , objetiva e pontual sobre esse fascinante estudo sobre o ser humano. Muito importante para terapeutas, hipnoterapeutas, coaches, consultores, professores, comunicadores e todos que são e lidam com humanos.

Espiral Dinâmica

  • I – INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ESPIRAL DINÂMICA
  • II – SISTEMAS BIOPSICOSSOCIAIS
  • III – A ESSÊNCIA E AS CARACTERÍSTICAS DOS MEMES E
    SISTEMAS BIOPSICOSSOCIAIS
  • IV – O PROCESSO DE MUDANÇA NA ESPIRAL
  • V – OS GÊNIOS DA ESPIRAL
  • VI – LIDERANÇA NA ESPIRAL
  • VII – COACHING, TERAPIA, EDUCAÇÃO E ESPIRAL DINÂMICA
  • VIII – EDUCAÇÃO, COACHING E DINÂMICA ESPIRAL
  • SPIRAL DYNAMICS – TESTE DOS VALORES
  • TESTE DOS ESTÁGIOS DE MUDANÇA DO MODELO GRAVESIANO
  • BIBLIOGRAFIA

e-book Dinâmica da Espiral: Desenvolvimento Humano e Transformações Pessoais – André Percia | formato pdf | 80 páginas

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